domingo, 21 de setembro de 2014
A Policia de Segurança Pública veio ao Jardim
Os meninos e meninas do J I tiveram oportunidade de ouvir os conselhos dos Agentes que nos visitaram, sobre as regras a cumprir pelos peões na rua e também sobre outras regras a ter em casa para prevenir acidentes.
Ficam aqui os nossos agradecimentos aos senhores Agentes que nos visitaram.
Ficam aqui os nossos agradecimentos aos senhores Agentes que nos visitaram.
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
O 1º dia
O primeiro dia deste ano lectivo aconteceu sem problemas, algumas crianças deixaram correr uma lagriminha que logo se escondeu.
Os mais velhos orientaram os mais novos e de modo livre foram explorando o espaço e os materiais.
De uma forma natural algumas regras foram lembradas e introduzidas pelas crianças que já frequentam a sala no ano anterior.
Depois da história da Carochinha houve distribuição de um poema da escritora Lurdes Custódio que foi uma mensagem de boas vindas.
Ainda tiveram direito a 1 balão e um chupa porque vir à sala 1 é uma festa.
Organização do espaço
A
sala um apresenta as seguintes áreas de interesse: o cantinho da casinha das bonecas com uma área de (contém roupas,
sapatos, cama, carrinho de bebé, espelho, cómoda, bonecos, tábua de passar a
ferro e também alguns acessórios); o cantinho da cozinha com uma área (contém carrinho de limpeza, microondas,
mesas, cadeiras, frigorífico, tachos, torradeira, máquina de café, utensílios
de cozinha, cafeteira, fogão, torneira, banca); o cantinho da garagem com uma
área (contém alguns carros, tractores, camiões, uma manta com o desenho de
várias estradas e rotundas, várias ferramentas e dois espaços de arrumações
tanto para os carros como também para as ferramentas); o cantinho dos jogos com
uma área (contém puzzles, dominós, várias caixas de legos, jogos de vários
níveis de dificuldade, jogos de regras, jogos de construção, jogos de encaixe);
o cantinho da leitura com uma área (contém estante com livros); o cantinho do
fantocheiro com vários fantoches com uma, o cantinho da mercearia com uma área de (contém carro das compras, máquina
registradora, balança, cadeira, expositor com várias frutas e alimentos);
cantinho dos instrumentos musicais
(contem reco-reco, clavas, tambor, pandeireta, flautas, adufe, entre
outros); cantinho de arrumação de materiais
(contém colas, picos, esponjas, tesouras, etc.); cantinho da banca (contém banca com água corrente, torneira,
detergente, panos de limpeza, suporte de papel para limpar as mãos, materiais
de pintura); cantinho do computador (contém jogos lúdicos, impressora, acesso à
internet, scanner); existe um armário com a aparelhagem com cd´s e diversos materiais; existe outro
armário com material da Educadora; seis painéis onde se podem afixar trabalhos
realizados pelas crianças e dois painéis no exterior da sala onde se podem
afixar.
Podemos salientar que não existe muito espaço
livre na sala para as crianças se poderem movimentar e, deste modo quando as
actividades exigem grande movimento, estas têm de ser realizadas na sala
polivalente devido às dimensões da sala.
Como área de trabalho em pequeno grupo existem as mesas, estas também
servem para trabalhos de acção individual.
A
sala de actividades é confortável, proporciona bem-estar e descanso. Existem três
mesas de actividades com 25 cadeiras. Para a
organização e o armazenamento de materiais existem estantes onde se encontram
vários materiais, como por exemplo, uma aparelhagem, plasticinas, colas,
marcadores, lápis de cor, lápis de cera, folhas de papel, entre outros.
Estes
materiais encontram-se acessíveis às crianças.
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Reunião Geral de Pais/Encaregados de Educação
AVISO
Amanhã, dia 9 de Setembro, pelas 18h30m, vai realizar-se uma reunião Geral, na escola Básica João de Barros(Amarelinha).
Apelamos à comparência de todos os Pais das crianças que vão frequentar o ano lectivo que agora se inicia.
É do interesse de todos.
Amanhã, dia 9 de Setembro, pelas 18h30m, vai realizar-se uma reunião Geral, na escola Básica João de Barros(Amarelinha).
Apelamos à comparência de todos os Pais das crianças que vão frequentar o ano lectivo que agora se inicia.
É do interesse de todos.
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Aos Pais
A entrada dos adultos na creche/jardim de infância
Provavelmente as questões que os pais colocarão neste momento têm
sobretudo como alvo os filhos. Como é que eles...? Com a chegada do novo
ano letivo, parece-me urgente os pais comecem a colocar a questão do
"nós". Como é que nós, pais, lidamos com a entrada dos nossos filhos no
sistema de ensino? Colocar a questão desta forma não denota qualquer
indício de egoísmo; bem pelo contrário. Não há dúvida de que o processo
de adaptação à creche ou ao jardim de infância depende dos mais
pequenos, mas depende também, e muito, da atitude dos mais graúdos.
Para os pais cujos filhos estão prestes a entrar na escola, já paira alguma ansiedade no ar. Como é que eles irão reagir? Será que se vão adaptar facilmente? As lágrimas farão parte do processo ou a integração será feita sem grande choradeira?
Provavelmente as questões que os pais colocarão neste momento têm
sobretudo como alvo os filhos. Como é que eles...? Com a chegada do novo
ano letivo, parece-me urgente os pais comecem a colocar a questão do
"nós". Como é que nós, pais, lidamos com a entrada dos nossos filhos no
sistema de ensino? Colocar a questão desta forma não denota qualquer
indício de egoísmo; bem pelo contrário. Não há dúvida de que o processo
de adaptação à creche ou ao jardim de infância depende dos mais
pequenos, mas depende também, e muito, da atitude dos mais graúdos.
Ilustrando
o que atrás foi referido, imaginemos duas cenas diferentes, mas com as
mesmas personagens. Numa delas, os pais, face às lágrimas dos filhos,
ficam absolutamente rendidos. Abraçam-se a eles, prolongam o momento do
adeus, questionam-se interiormente se será mesmo adequado deixá-los ali e
não conseguem eles próprios deixar de chorar também. Imaginemos agora
os mesmos pais e a mesma criança, mas com uma atitude diferente. Os pais
interiormente já decidiram que aquela era mesmo a melhor opção para os
filhos; estão convictos de que as lágrimas são quase inevitáveis e que,
por isso, face a elas terão de adotar uma postura carinhosa, mas firme.
Para além disto, têm consciência de que prolongar o adeus com abraços
molhados só dificultará todo o processo. Sem grande reflexão e,
certamente, quase de forma intuitiva, se depreenderá que as duas cenas
descritas terão desfechos diferentes.
A ansiedade e a angústia
são sentimentos que, se não forem bem geridos pelos pais, serão de
imediato captados pelas crianças, gerando nelas um grande receio. O que
pensará uma criança de 2/3 anos, ainda que não muito conscientemente,
quando a mãe a leva à escola pela primeira vez e, passado pouco tempo,
face à sua recusa em ficar naquele novo contexto, começa a chorar quase
tanto como ela? "Se a minha mãe chora, é porque algo não muito bom
estará certamente para acontecer. Logo, se eu chorar muito e me agarrar a
ela, pode ser que me leve embora e não tenha de ficar neste local
desconhecido." Assim se instala um ciclo vicioso, em que as angústias e
lágrimas dos pais dificultarão o processo de adaptação dos filhos!
Um
outro aspeto que é importante referir e que não facilita todo este
processo é a chamada despedida às escondidas, que, basicamente, consiste
na fuga dos pais, num momento de distração da criança. Esta é uma
estratégia que pode ajudar os pais a não sofrerem tanto a pressão do
protesto da criança, na medida em que podem virar costas. No entanto,
para os filhos, a fuga pode gerar sentimentos de perda e abandono. Os
pais devem clarificar muito bem que irão embora, mas voltarão para os
buscar, ao fim de algum tempo.
É importante que os pais estejam
conscientes de que a entrada na creche ou no jardim de infância é algo
que promove o desenvolvimento das crianças em diferentes áreas,
nomeadamente socialização, autonomia e linguagem. Além disso, passado o
período inicial de tempestade inerente ao processo de adaptação, vem a
bonança! Regra geral, o processo de adaptação poderá demorar cerca de um
mês. Se ao fim deste período, a criança continuar a manifestar sinais
de desadaptação, será conveniente, em primeiro lugar, reunir com a
educadora, no sentido de conhecer a sua perceção relativamente a esta
situação. A avaliação por um especialista em psicologia é outra hipótese
a considerar se, entretanto, a situação não se tiver alterado.
Face
ao exposto, falta ainda responder a uma questão relevante. O que poderá
ajudar os pais a enfrentar com menos angústia a entrada dos filhos na
escola? A confiança na instituição. Esta confiança só poderá existir
conhecendo não só as instalações mas também os educadores. A APSI
(Associação para a Promoção da Segurança Infantil) dá algumas pistas
para a escolha da ama, creche, jardim de infância ou escola, que os
poderão ajudar a sentirem-se mais tranquilos (www.apsi.org.pt).
Resta
apenas lembrar que as lágrimas normalmente fazem parte desta etapa de
transição. Acresce que, embora fiquemos com o coração apertado, não nos
podemos esquecer de que o sofrimento, por muito que o queiramos banir é
algo inerente ao processo de crescimento.
Publicado em Educare.PT
Para os Pais
Adaptação à creche/jardim de infância (por Teresa Paula Marques, Psicóloga Clínica)
Para partilhar com os pais
Alguns pais, por força das circunstâncias, colocam os filhos na
creche logo nos primeiros meses de idade. Outros optam por deixá-los à
guarda de uma ama ou dos avós. Certo é que, mais hoje, mais amanhã,
acaba por chegar o dia em que ingressam no jardim de infância.
Quanto mais novinha for a criança, mais fácil e rápida será a
adaptação, por isso, nos casos em que vão para o jardim de infância aos
3-4 anos, é de esperar alguma reação negativa. Uns adaptam-se melhor
que outros e tudo está intimamente ligado à empatia que se gera com a
educadora.
Temos de ter em conta que este momento produz alterações profundas
no mundo da criança. Até esta idade, os pais foram o pilar de todo o
desenvolvimento. Foram eles que a ajudaram a alimentar-se, a vestir-se,
a lavar-se e a conviver com os outros. No fundo, mesmo sem se
aperceberem, transmitiram-lhe a maior parte das regras fundamentais
para que pudesse viver em sociedade.
Com a ida para o jardim de infância, chega a altura de colocar
muitas destas aquisições em prática. Uma criança que já adquiriu alguma
autonomia, decerto irá adaptar-se mais facilmente. As regras podem ser
um pouco diferentes, mas não deixam de ser regras, e se está à partida
habituada a cumpri-las não irá estranhar. Ainda assim, poderá haver
alguma preparação, como, por exemplo visitar o jardim de infância para
que ela possa conhecer o espaço e a educadora.
A criança pode experimentar sentimentos de profundo abandono e até
de solidão quando é deixada no jardim de infância, uma vez que não pode
contar com a presença do pai, da mãe, da ama ou dos avós. Em
contrapartida, passa a estar integrada num grupo de pares, que se podem
mostrar hostis nos primeiros dias. Temos de ter em conta que existem
sempre alguns que já se conhecem de outros anos, uma vez que ingressaram
no jardim de infância muito mais cedo e já têm o seu grupinho formado.
Algumas vezes acontecem agressões, mordidelas, puxões de cabelo... Mas
tudo isso é perfeitamente natural, portanto não há motivo para grandes
preocupações.
No geral, as amizades infantis trilham caminhos completamente
distintos das amizades adultas. De início é natural que se agridam
fisicamente, mas em breve irão transformar-se em amigos inseparáveis.
Para além disso, a educadora não pode dispensar-lhe todas as atenções,
uma vez que tem vários meninos a seu cargo. Adaptar-se a tantas
mudanças ao mesmo tempo é muito difícil. Por tudo isso, não é de
estranhar que fique a chorar, o que acaba por ser ultrapassado.
Todas as manhãs, quando os pais a forem levar, é importante que seja
criado um ambiente alegre e descontraído. Os pais podem, por exemplo,
contar-lhe uma história cujo tema seja de um(a) menino(a) que não
queria ir para a escolinha mas que depois arranjou muitos amiguinhos e
adorou a experiência! Há que falar também como vai ser o dia de trabalho
e fornecer uma referência clara, para que ele consiga situar o momento
em que o irão buscar (por exemplo, depois do lanche). É preciso ter em
conta que as crianças não possuem ainda a noção do tempo, portanto é
necessário arranjar estas estratégias para que saibam o momento em que
os pais chegam.
Contudo, chegado o fim do dia, devido às atividades profissionais,
muitos acabam por deixar os filhos até mais tarde no jardim de
infância. É vê-los sozinhos num canto, a inventarem brincadeiras ou a
chorarem ao colo de uma auxiliar. Por vezes torna-se impossível evitar
estas situações: uma reunião de última hora, um transporte que se
perdeu, o trânsito que estava um caos… Mas existem sempre alternativas:
uma vizinha simpática, um primo mais velho, os avós, alguém que se
possa recrutar à pressa e que evite este sofrimento à criança. É que
sentir-se abandonado, esquecido, pelos pais é algo extremamente
traumatizante e que provoca um sentimento de intensa solidão e
desamparo.
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